domingo, 17 de janeiro de 2010

Bolsa de valores sempre foi e sempre será um bom negocio! Basta conhecer.


Enquanto outros investimentos patinaram na rentabilidade, o resultado da Bolsa de valores foi muito bom durante o ano de 2009. Mesmo em anos de queda se você adotar um acompanhamento sistemático terá grandes possibilidades de fazer dinheiro. Observem os resultados dos investimentos no ano de 2009 publicados pelo Jornal Valor Econômico na tabela anexa (clique sobre a tabela e você poderá aumentá-la). Sejam cuidadosos ao fazer aplicações, mas não tenham medo de se aventurar nos investimentos de maiores riscos, eles também podem trazer mais resultados. Fiquem de olho, aprendam a investir em ações, a Bovespa mantém cursos gratuitos durante o ano todo. Procurem conhecer mais este mercado que esta apenas no início no Brasil e será muito promissor nos próximos anos. Pensem nisso!

Sérgio Wagner diz: Bolsa de Valores um caminho inexplorado

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Marketing em consultórios

O marketing em consultórios e clínicas é um importante e formidável instrumento estratégico para responder com muita rapidez ao desafio de alavancar o movimento e aumentar a presença de “clientes-pacientes”. Os consultórios e clínicas médicas precisam sobreviver em um ambiente cada vez mais competitivo. O tempo do médico de branco já passou; isso afasta o “cliente-paciente”. Foi-se o tempo em que médico tinha privilégios em restaurante e filas de cinema. Hoje o que manda é a presença do profissional médico na cabeça do paciente, o que chamamos de marketing direto. O marketing precisa ser dinâmico, mudar de acordo com o mercado que se quer atingir, sua missão é criar novos mercados e não compartilhar mercados.

O marketing do profissional de saúde é um processo de construção de todo o consultório, clínica e novo estilo deste profissional e não só um processo promocional. É preciso ter qualidade e ao mesmo tempo estar antenado e aproveitar as oportunidades, é preciso estar atento ao dia-a-dia para atender as necessidades específicas dos “clientes-pacientes”.

Portanto, se faz necessário que o médico, dentista, o profissional de saúde, enxergue que precisa usar recursos de marketing para alavancar o movimento de suas clínicas e consultórios. Recurso básico, como a publicidade adequada, que até alguns anos seria impensável, hoje é fundamental. Orientações simples como: evite roupa branca o tempo todo, isso afasta o “cliente-paciente”. Use jaleco e somente no local de trabalho, não saia pelas ruas, ou criar uma logomarca para ser identificado e diferenciado dos demais. Tratar o paciente sempre como cliente: a profissão deixou de ser um sacerdócio para ser um negócio, como tal deve ser lucrativo e para que isso aconteça deve ser bem administrado. Hoje, ainda não existem estatísticas de quantos médicos recorrem ao marketing (publicidade, propaganda e administração) para conquistar “clientes-pacientes”. Mas é sabido que os poucos profissionais desta área têm cada vez mais clientes (médicos, dentistas, radiologistas, psicólogos, etc.) orientando-os sobre como alavancarem seus consultórios ou clínicas.

O número de “clientes-pacientes” nestas clínicas e consultórios orientandos por um profissional de marketing médico tem aumentado muito, pois o que era um simples consultório passa a ser visto como uma empresa. Lembre-se: não bastam apenas as credenciais de onde e como o profissional é formado, se ele é disperso e desatento, se atente sem dar atenção às pessoas e sem ter um plano de como mantê-los como “clientes-pacientes”. A era do consultório todo branquinho já terminou faz tempo. É preciso remodelar e cativar o “cliente-paciente” e se faz necessário estar mais próximo. Hoje o “cliente-paciente” deve ser tratado como qualquer outro consumidor de produto ou serviço, pois esta nova forma de tratar com esses clientes determinarão seu sucesso ou fracasso. O quanto você profissional de saúde está preparado para esses novos tempos?

Sérgio Wagner diz: o marketing hoje é o companheiro de cada dia

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Vendas e Marketing

Vendas e Marketing vivem no fio da navalha entre o amor e o ódio.
Um realiza vendas o outro estimula a venda, não há estimulo que dure sem realização e nem realização que aconteça sem estimulo. São partes integrantes, é como no sexo. Essa animosidade entre MKt e Vendas é histórica tende a desaparecer com tempo, ainda mais nos dias atuais, pois as empresas que não agregarem seus departamentos de vendas e marketing estão fadadas ao fracasso. As empresas que enxergaram isso primeiro estão tendo muito sucesso apesar da recessão. Ambos os departamentos pensam em aumentar faturamento, rentabilidade e participação e market share , com ações complementares. Marketing deve ter visão de longo prazo isso é fato e Vendas de curto prazo realização de negócios mês a mês. Porém não existe sucesso em longo prazo sem o sucesso de curto prazo e não existe sucesso de curto prazo sem estratégia de longo. Vendas devem buscar resultados (cash flow) e marketing deve construir a marca, atrair e reter clientes e aumentar participação de mercado (market share). Marketing tem que viver em função do consumidor saber quais são seus desejos e necessidades, por outro lado vendas vivem em função de compras tendo negociar da maneira mais rentável para empresa sem perder o foco da cobertura das metas. Pois, nada esta acima do lucro nem a satisfação do cliente (consumidor). Vendas valoriza a Inteligência interpessoal , a capacidade para reconhecer e fazer distinções entre os sentimentos, as crenças e as intenções dos outros. O Marketing valoriza a Inteligência Intrapessoal a capacidade de conhecer seus produtos seu mercado e como utilizá-lo em momentos de decisões cruciais ou quando aconselham outros indivíduos. Mas, ambas as inteligências são fundamentais para os dois departamentos. Não adiante te formação acadêmica sem experiência de campo ou vice e versa, não mais espaço para o “vendedorzão” do passado ou para o “marketeiro arrogante”. Hoje precisamos de homens de vendas que entendam de Marketing e profissionais de Makerting que saibam vender. Isto é a chave para o sucesso das empresas. A época da “afetação marketeira” e do excesso de praticidade de vendas esta no passado.

Sérgio Wagner diz:
Vendas é Marketing e Marketing é Vendas

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

SÍNDROME DO SAPO FERVIDO

Hoje em dia transformações econômicas, políticas e sociais ocorrem em uma velocidade insana em todo o mundo, nota-se a queda da bolsa de valores em todos os países, os negócios fraudulentos que levaram os Estados Unidos e todo o mundo a uma situação de imensa dificuldade provocada por falta de caráter e incompetência administrativa de renomados executivos. Onde estão todos agora? Ninguém se manifesta! Quando o filho é bonito vários são os pais, quando é feio geralmente é órfão. O que as empresas têm feito para acompanhar essas turbulências? Elas têm procurado melhorar os sistemas de trabalho e informação? Executivos mais maduros preparados estão sendo alvo de contratação dessas empresas?

Existe um artigo de Charley Gill, falando sobre a Síndrome do “Sapo Fervido”, que ilustra bem esta situação de estagnação do mercado. Inúmeros estudos biológicos provaram que um sapo colocado num recipiente, com a mesma água de sua lagoa, fica estático durante todo o tempo em que a água está esquentando, até o momento da fervura. O sapo não apresenta reação gradual ao aumento da temperatura e morre quando a água esta fervendo. Sim! Morre inchado e feliz, pois não esta atento às mudanças do ambiente. Porém, outro sapo que seja jogado nesta panela fervente salta imediatamente, com algumas queimaduras, mas vivo!

A maioria de nossas empresas tem comportamento de “Sapo Fervido. Não estudam o mercado, desprezam o cliente e permanecem alheias às mudanças. Algumas vão à banca-rota ou se deterioram rapidamente como o sapo sem perceberem o que está ocorrendo à sua volta. Estes “Sapos Fervidos” ficam esperando a morte chegar, mas flutuando calmamente como se nada estivesse acontecendo. Não se deram conta de que administrar não é obter resultado por meio das pessoas e sim fazê-las crescer por meio do seu trabalho atingindo objetivos e satisfazendo necessidades próprias.

“Sapos Fervidos” não percebem que seus gerentes, além de serem eficientes – fazendo o que é certo, eles precisam ser eficazes – fazer as coisas certas. Para que isso aconteça o clima da empresa deverá ser favorável ao crescimento profissional com espaço para o diálogo, compartilhamento, transparência e confiança acima de tudo. O grande desafio é atuar como equipe, pois a fase do individualismo morreu há muitos anos. Na turbulência em que vivemos hoje se torna imprescindível trabalhar em bloco e desenvolver inteligência interpessoal e intrapessoal; saber partilhar o poder, delegar, saber ouvir e acreditar no potencial das pessoas. “Sapos Fervidos” sempre existiram e existirão, pois em pleno século XXI ainda existe empresas com a máxima – manda quem pode obedece quem tem juízo. Portanto, cuidado: se a sua empresa acredita que a obediência está acima da competência, que a produtividade se obtêm sob terrorismo e que qualidade é um item a ser negociado neste mundo globalizado, sua empresa é um “Sapo Fervido” e não demorará a boiar na água fervida da obsolescência administrativa.

Sérgio Wagner diz: Você faz o seu destino

sábado, 27 de dezembro de 2008

PDCA Um instrumento para melhoria contínua

Continuando a falar do Dr. Deming

O Ciclo PDCA foi idealizado por Shewharte mais tarde aplicado pelo Dr. Deming no uso de estatísticas e métodos de amostragem.

O Ciclo PDCA nasceu no escopo da tecnologia TQC (Total Quality Control) como uma ferramenta que melhor representava o ciclo de gerenciamento de uma atividade.
O conceito do Ciclo evoluiu ao longo dos anos vinculando-se também com a idéia de que, uma organização qualquer, encarregada de atingir um determinado objetivo, necessita planejar e controlar as atividades a ela relacionadas

O QUE É O CICLO PDCA?

O Ciclo PDCA compõe o conjunto de ações em seqüência dada pela ordem estabelecida pelas letras que compõem a sigla: P(plan: planejar), D(do: fazer, executar), C(check: verificar, controlar), e finalmente o A(act: agir, atuar corretivamente). O modelo conhecido como Ciclo PDCA também representa as atividades de Planejamento e Controle, e suas etapas.

CONCLUSÕES
Portanto, ao enfrentar dificuldades na execução de uma atividade do projeto:

— Identificar o problema (PLAN): coletar dados e definir plano de ação.
— Por em prática o plano de ação(DO): resolver o problema.
— Verificar e analisar os resultados obtidos (CHECK).
— Refletir sobre as causas dos desvios e tomar as ações corretivas (ACT).
Lembrar sempre que:
— A melhoria contínua ocorre quanto mais “rodado” for o Ciclo PDCA.
— A melhoria contínua aperfeiçoa a execução dos processos, possibilita a redução de custos e o aumento da produtividade.
— A aplicação do Ciclo PDCA a todas as fases do projeto leva ao aperfeiçoamento e ajustamento do caminho que o empreendimento deve seguir.
— Mesmo os processos considerados satisfatórios são passíveis de melhorias: o mundo evolui constantemente.A introdução de melhorias gradativas e contínuas aos processos só tendem a agregar maior valor aos resultados do projeto e a assegurar maior satisfação dos clientes.
Quando ao cliente: ele sempre tem razão por uma questão muito simples, ele tem o dinheiro. Porem, este cliente só não tem razão quanto ele compromete o lucro. Nada esta acima do LUCRO nem o CLIENTE.

Sérgio Wagner diz: Você faz o destino da sua empresa

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

Os 14 Pontos do Método Deming

Bons tempos!

Lembro como se fosse hoje o dia em que nós da Rhodia trouxemos o Dr. William Edwards Deming para uma palestra e aconselhamentos, que época foi aquela! E pensar que hoje o Dr. Deming continua atual como na década de 50 no Japão e na de 80 quanto esteve nos visitando.

Os 14 Pontos ou Princípios de Deming constituem o fundamento dos ensinamentos ministrados aos japoneses, em 1950 e nos anos subseqüentes. Esses pontos ou princípios constituem a essência de sua filosofia e são aplicáveis tanto a organizações pequenas como grandes, tanto em indústria como em empresas de serviços. E também são aplicáveis a qualquer unidade, divisão ou setor de uma empresa.

1º Estabelecer constância de propósitos para melhorar produto e serviço, objetivando tornar-se mais competitivo e manter-se em atividade, bem como gerar empregos
2º Adotar a nova filosofia. Estamos numa nova era econômica. A administração ocidental deve acordar para o desafio, conscientizar-se de suas responsabilidades e assumir a liderança no processo de transformação
3º Acabar com a dependência da inspeção em massa para atingir a qualidade total. Elimine a inspeção em massa e introduza qualidade no produto desde seu primeiro estágio
4º Cessar a prática de aprovar transações e orçamentos somente com base no preço. Ao invés disto, minimize o custo total. Desenvolva um único fornecedor para cada item, num relacionamento de longo prazo fundamentado na lealdade, transparência e confiança
5º Melhorar constantemente o sistema de produção e de prestação de serviços, de modo a melhorar a qualidade e a produtividade e conseqüentemente, reduzir de forma sistemática os custos
6º Institua treinamento e o retreinamento no local de trabalho
7º Instituir liderança. O objetivo do Líder é de ajudar as pessoas, as máquinas e dispositivos a executarem um trabalho melhor.
8º Eliminar o medo, de tal forma que todos trabalhem de modo eficaz para a empresa;
9º Eliminar as barreiras entre os departamentos. Pessoas engajadas em pesquisas, projetos, vendas e produção devem trabalhar em equipe, de modo a preverem problemas de produção e de utilização do produto ou serviço
10º Elimine Slogans (lemas), exortações e metas para a mão-de-obra que exijam nível zero de falhas e estabeleçam novos níveis produtividade. Tais exortações apenas geram inimizades, visto que o grosso das causas da baixa qualidade e da baixa produtividade encontra-se no sistema. Portanto, estando fora do alcance dos trabalhadores
11º Eliminar padrões de trabalho (quotas) na linha de produção. Substitua-os pela liderança, elimine processos de administração por objetivos. Eliminar processos de administração por cifras e por objetivos numéricos. Substitua-os pela administração por processos através do exemplo de liderança
12º Remover as barreiras que privam os funcionários de se orgulharem de seu desempenho. A responsabilidade dos Líderes deve ser mudada de números absolutos para a qualidade. Isto significa a abolição da avaliação anual de desempenho ou de mérito, bem como da administração por objetivos
13º Instituir um sólido programa de educação, retreinamento e auto-aprimoramento
14º Todos da empresa devem agir no processo de concretizar a transformação.

Sérgio Wagner diz: Quem lê faz o seu destino

DÊ ATENÇÃO AO QUE LHE É MOSTRADO

Vamos há um pouco de ensinamento gerencial que existe na bíblia.

Quando se pretende gerenciar corretamente, em tudo se deve ver e olhar treinamento.
Amós foi um verdadeiro profeta (gerente comprometido) antes do terremoto. O que lhe foi mostrado ele revelou não só aos filhos de Israel (seus subordinados), mas também a todas as nações em volta dos israelitas (tudo que é importante para o crescimento da empresas todos devem saber). Esta mensagem permanece atual e serve para todos. Quem tem juízo que se afasta do adultério, (não traia os princípios básicos da empresa em proveito próprio) da mentira e de tudo o que é indigno.

Se todo servo de Deus (funcionários) revelasse o que lhe é mostrado, vidas poderiam ser salvas (empregos), e prejuízos evitados. Porém, se Ele (presidentes, gerentes, supervisores, etc.) der o recado e as pessoas não o levarem a sério, a responsabilidade será todos (inclusive dos próprios gestores que não cuidaram para que as coisas acontecessem). Dois anos depois, aqueles povos viram a confirmação da mensagem e o terremoto a tudo destruiu. A mensagem de Amós é muito atual.

Faz-se de indignado nos dias de hoje, até com a justiça que solta um que rouba milhões e prende o que rouba um pão porque tem fome. Porem, as mesmas coisas são feitas nas empresas, muitos andam com as mãos sujas de todo tipo de corrupção e fecham seus ouvidos a tudo, deixam agir a favor da empresa e impedem que outros o façam. Desse modo, as empresas passam por sérias provações. Assim como na catástrofe avisada pelo profeta, muita gente deve ter perdido a vida (empregos) porque simplesmente não quiseram ouvir. Vejam em tudo o que se faz há ensinamentos basta querer ver, um gerente não critica antes de analisar.

Sérgio Wagner diz: Um gerente que olha, vê, escuta e transmite, impede que catástrofes aconteçam.